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Quarta-Feira, 13 de Janeiro de 2016, 15h:41
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Cidades / LEIS DE CULTURA

Com novas leis, a Cultura de Mato Grosso vai deixar de ser Tarová , afirma produtor cultural

Três projetos de leis em votação na Assembleia Legislativa vão dar rumo à política cultural democrática e buscar novos rumos
RUI MATOS
DA REDAÇÃO

O ano de 2015 foi um período em que o setor cultural mato-grossense mais transformou, na opinião de produtores culturais. Os projetos de leis nº 770/15, 772/15, 768/15 e 769/15, em votação na Assembleia Legislativa, vão dar rumo à política cultural democrática e buscar os rumos que sempre foi almejado pelos artistas e ecritores, principalmente.

 

Conforme a pontuação do secretário de Estado de Cultura, Leandro Carvalho, “uma das novidades neste novo pacote de leis para o setor cultural em Mato Grosso está no Fundo Estadual de Política Cultural, que passa a ter datação orçamentária definida por percentuais mínimos de repasse da Receita Tributária Líquida: 0,3% em 2017, 0,4% em 2018 e 0,5% a partir do exercício de 2019. Os recursos serão administrados pela Secretaria de Cultura (SEC)”, frisou o secretário.

 

Leandro Carvalho destaca que nunca houve na história cultural do Estado um avanço tão significativo quanto. “O que se viu ao longo desses anos foi muita politicagem e jogo de interesses pra eleger pessoas que depois nem olharam para o setor cultural”.

 

Segundo o secretário, as ações do Estado colocaram fim ao “balcão de emprego que estava instalado na Secretaria de Cultura desde quando foi criado o Inter-corrupto-câmbio”.

 

Para o cantor, compositor, pesquisador, produtor cultural e escritor Milton Pereira de Pinho, o Guapo, a produção cultural de Mato Grosso deixou de ser tarová. “O termo “Tarová” é um vocábulo guarani que foi trazido para cá na época da Guerra do Paraguai, muito usado pelos ribeirinhos que quer dizer louco, doido, pirado. Era como funcionava a cultura ao longo desses anos”, explicou Guapo.

 

Na avaliação do artista, que é um dos maiores nomes do rasqueado raiz, antes das mudanças, a cultura era pior do que a “dengue, a chicongunya e o zica vírus juntos para atrapalhar quem realmente quer trabalhar sério neste Estado”.  “Vivemos novos tempos e quero congratular com o governador Pedro Taques e o secretário Leandro Carvalho por essa vitória”.

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